DANÇA
PATRÍCIA NORONHA E OLÍVIA BLANC: URRO
05, 06, 12 e 13.03.26, quinta e sexta às 20hO que as dobras do corpo escondem e o que elas revelam a cada movimento, a cada ilusão de equilíbrio, a cada pausa? Movidas por essas questões, Patrícia Noronha e Olívia Blanc, criaram URRO. O corpo de Olívia está no palco, o de Patrícia não. Olivia atua, Patrícia dirige. Apesar disso, URRO surgiu de ambos os corpos. Olivia na cena e coreografia, Patrícia na direção e coreografia. As artistas, propositalmente, não partiram de frases, conceitos, poemas, textos, canções, músicas, palavras de ordem ou bordões. Radicalizaram, assim, a ideia de perceber e encenar aquilo que brotou ou se escondeu das dobras do corpo em movimento e em suspensão. URRO surgiu da coragem de despregar e desbravar o corpo sem a palavra, mas na língua e no som da carne. Das dobras surgiram distintas imagens e figuras que se coseram através das sonoridades produzidas pelo corpo e pelos objetos cênicos - sons, voz, respiração - transformadas ao vivo pela trilha sonora. Além de Patrícia e Olívia, URRO é fruto do encontro com Chicão e Lemos na trilha sonora, Paola Rodrigues no figurino e Beto de Faria na luz. Além de Patrícia, Olívia, Chicão e Lemos, URRO é fruto também do encontro com Paola Rodrigues no figurino e Beto de Faria na luz. Fazemos questão de não explicar o poema cênico. URRO é corpo e não quer contar uma estória específica, quer provocar percepção e sensações a fim de que cada espectador crie a sua própria estória a partir de sua história própria.
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